Tomás Gubitsch Trio

Nascido em Buenos Aires, Argentina, em 1957, Tomás Gubitsch tornou-se uma estrela do rock aos 17 anos, com a banda Invisible de Luís Alberto Spinetta, ao mesmo tempo que colaborava com figuras como Rodolfo Mederos em agrupamentos de tango contemporâneo. Em finais dos anos 70, após uma tourné europeia com Astor Piazzolla, estabeleceu-se em Paris, onde estudou com Gustavo Beytelmann e iniciou uma duradoura colaboração com o bandoneonista Juan José Mosalini, com o qual gravou o álbum Tango Rojo.

A partir de 1980 inicia uma carreira como solista, que se estende durante quinze anos, período durante o qual grava cerca de cinquenta álbuns e colabora com personalidades do jazz (Stéphane Grapelli, Michel Portal, Steve Lacy, Glenn Ferris, Jean-François Jenny-Clark) e da música contemporânea (Luc Ferrari, Jean Schwarz e Michel Musseau). Como compositor e arranjador esteve envolvido em projetos com os solistas da Opéra de Paris, Orchestre de Bretagne, Orchestre de Rouen, Orchestre National de Sofia, New Japan Philarmonic Orchestra e Orchestre Philharmonique de Liège, entre outras. Na sequência do Concerto para Trio e Orquestra, encomendado pelo Estado Francês, a carreira de Tomás Gubitsch foi objeto de um documentário dirigido por Frank Cassenti.

Mais focado na composição e na orquestração, nos anos 90, concebeu a ópera ballet Sans Esse, juntamente com o coreógrafo Didier Silhol, que foi estreada pelo Ensemble Orchestre de Basse Normandie e com a direção de Dominique Debart. Compôs ainda diversas obras, nomeadamente o Concerto para Quatro Contrabaixos e Ensemble, Distances (para saxofone e orquestra, e diversas peças de música de câmara como Igen, Monodrame, triptyque en 5 mouvements. Et plus si affinité, Ecos de la ciudad herida (duplo concerto para guitarra elétrica, bandoneon e orquestra) e diversas outras.

A sua abundante discografia inclui, entre os mais recentes, o CD + DVD 5, com Osvaldo Calo, Juanjo Mosalini, Sébastien Couranjou e Eric Chalan, e Itaca, com Chalan (contrabaixo) e Mosalini (bandoneon).

Born in Buenos Aires, Argentina, in 1957, Tomás Gubitsch became a rock star at age 17 in Luis Alberto Spinetta’s band Invisible, while collaborating with musicians like Rodolfo Mederos in contemporary tango ensembles. By the end of the 1970, after a European tour with Astor Piazzolla, Gubitsch made his home in Paris, where he studied with Gustavo Beytelmann and started a long-term collaboration with bandoneon player Juan José Mosalini, with whom he recorded his first album, Tango Rojo.

In the 1980s, Tomás Gubitsch started a solo career that spanned fifteen years, recording about 50 albums and performing with jazz (Stéphane Grapelli, Michel Portal, Steve Lacy, Glenn Ferris, Jean-François Jenny-Clark) as well as contemporary musicians (Luc Ferrari, Jean Schwarz e Michel Musseau). Also a composer and arranger, he was envolved in diverse projects with soloists from Opéra de Paris, Orchestre de Bretagne, Orchestre de Rouen, Orchestre National de Sofia, New Japan Philarmonic Orchestra and Orchestre Philharmonique de Liège, among others. Due to his Concerto for Trio and Ochestra, commissioned by the French State, a documentary on Gubitsch’s career was produced, directed by Frank Cassenti.

More focused on composition and orchestration, Gubitsch composed, together with coreographer Didier Silhol, the ballet opera Sans esse in the 1990s, which was premiered by the Ensemble Orchestre de Basse Normandie conducted by Dominique Debart. He authored a number of compositions, namely Concerto for Four Double-basses and Ensemble, Distances (for sax and orchestra), as well as several chamber music pieces such as “Igen”, “Monodrame, triptyque en 5 mouvements. Et plus si affinité”, Ecos de la ciudad herida (couble concerto for electric guitar, bandoneon and orchestra) and many others.

Among Gubitsch’s most recent discography, especially noteworthy are the CD + DVD 5, with Osvaldo Calo, Juanjo Mosalini, Sébastien Couranjou amd Eric Chalan, and Itaca, with Chalan (double-bass) e Mosalini (bandoneon).